|
quinta-feira, agosto 08, 2013
Gatinha aos "SESSENTA" ...
domingo, agosto 28, 2011
quinta-feira, agosto 04, 2011
sábado, julho 23, 2011
Para rir um pouco...
um bom galo para reproduzir.
Um dia, ele vai a uma agropecuária e diz para o vendedor:
- Procuro um bom galo capaz de cobrir as minhas 180 galinhas.
O vendedor puxa uma gaiola com um galo paulista enorme, musculoso,com a
crista de
pé, de topete, olhos azuis e uma tatuagem dos Rolling Stones no peito, e
diz:
- Leva esse aqui, o Alberto. Ele não falha.
O fazendeiro leva o galo e, no dia seguinte, pela manhã, solta o galo no
galinheiro.
O galo sai correndo, pega a primeira galinha, e dá duas sem tirar. Pega a
segunda, dá a primeira, e quando está já na segunda... cai frito.
O fazendeiro volta na loja e grita:
- Este galo puto comeu duas galinhas e capotou.
O vendedor se desculpou e puxou outro galo: Preto, de crista amarela,
olhos cinzas e tênis da Nike.
- Esse aqui é o Fernando. Não falha nunca. O fazendeiro volta com o galo e
repete a história: solta o bicho no galinheiro, e o galo sai alucinado: come
a primeira galinha de pé, pega a segunda e traça, na terceira ele faz o 69 e
quando estava bombeando a quarta, cai morto no meio do galinheiro.
O fazendeiro, emputecido, volta na loja e diz:
- Escuta aqui, ô filho da mãe aquele galo broxa caiu morto. É melhor você me
vender um galo decente ou vou tocar fogo nesta merda.
Então o vendedor puxa um galo desnutrido, sem crista nem penas,com olheiras,
corcunda, com tênis Bamba de lona e uma camisa azul claro que dizia **“**Nóis
né fraco não**”** e diz ao fazendeiro:**
- Olha, é só o que me resta. O nome dele é Zé e chegou por engano num
carregamento que veio de Goiás.
O fazendeiro, puto da vida, leva o galo pensando: 'O que vou fazer com este
galo Goiano, todo franzino?
Chegando na fazenda, solta o Zé no galinheiro:
O galo tira a camisa e sai enlouquecido traçando as 180 galinhas de uma
vez só....Da uma respirada...... e traça as 180 galinhas de novo...
Sai correndo e pega o pastor alemão.....Aí o fazendeiro pega ele, dá dois
sopapos e para acalmá-lo, acaba trancando-o na gaiola.
- Caramba, que fenômeno! As galinhas ficaram doidonas!
No dia seguinte solta o bicho de novo: o galo sai faturando tudo que vê:
o cachorro, o porco e duas vacas.... O fazendeiro corre, pega ele pelo
pescoço, dá uma chacoalhada para acalmá-lo e joga ele na gaiola de
novo.....No terceiro dia, o fazendeiro encontra a gaiola toda arrebentada,
as galinhas com as xanas para cima, o porco com o rabo pro sol, bodes
passando Hipoglós na bunda, uma capivara mancando, um pônei sentado no
gelo.....
Até que, de repente, distância, vê o Zé caído no chão e os urubus voando em
círculos sobre o pobre galo...
- Nããããooo... O Zé morreeeuuu ...
o meu Zéééééééé!
O melhor galo do mundo!
No meio do lamento e da choradeira, cuidadosamente o Zé abre um olho, olha
para o fazendeiro, pisca e diz:
**
**- SILÊNCIO Ô FIO DUMA ÉGUA! **
AQUELAS CRIÔLAS TÃO QUASE DESCENDO AQUI!*****
domingo, fevereiro 13, 2011
Cortadora de salame
A mulher sugere que ele vá ver um psicólogo, mas ele diz que ficaria muito envergonhado, e que iria tratar de curar-se sozinho.
Um dia ele chega em casa cabisbaixo. Sua mulher percebe que há algo errado. Pergunta o que foi. Ele responde:
—Lembra que eu comentei com você que estava com uma compulsão de meter o pinto na cortadora de salame?
—Oh, não! - diz a mulher - você não fez isso!
—Sim, eu fiz!
—Meu Deus, o que aconteceu?
—Fui despedido - responde o marido.
—Mas, e a cortadora de salame?
—Foi despedida também... heheheheh
terça-feira, agosto 31, 2010
Diário de uma perereca depilada...
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve, mas acho que pentelho não pesa tanto assim.
Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa.
Eu imaginava que ia doer porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria.
Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.
- Amanhã, às.... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.
Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui.
Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal.
Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue.
Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura.
Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça.
Meu Deus, era O Albergue mesmo.
De repente, ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- Quer bem cavada?
- É... é, isso.
Penélope, então, deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco, senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia p-o-r-r-a nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.
De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Ar-re-ga-nha-da, né?
Ela riu. Que situação.
E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem.
Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca.
Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu.
Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.
O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todas porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação. Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pen-te-lhi-nho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali.
Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra quando entre uns blá-blá-blás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada.
Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci a Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bu-nda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o "olho que nada vê". Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, pei-dar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o c-u de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks.
Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil c-us por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bun-da tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha mais pra contar a história. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xin-ga-men-tos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
Por-ra.. Por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa me-rda...
- Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção.
Ela viu tudo, da perereca ao c-u. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança.
Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada e matar o primeiro homem que ver e não comentar absolutamente nada.!!! Não fiz nada disso... Um mês depois...
- Normal ou cavada?
Coisas de perereca, vai entender...
Mulher gosta de sofrer ....
sábado, maio 08, 2010
Qual o nome da freira?
supositório em cada um.
Depois de colocar o primeiro supositório, o telefone tocou, e ela foi
atender. Quando voltou, não se lembrava em qual das crianças já tinha posto
o supositório. *
QUAL É O NOME DA FREIRA ???
Pense, não desista...se não adivinhar, veja lá em baixo...
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
*
* **
Resposta: *
*
MADRE
TERESA DE QUAL CU TÁ*
terça-feira, abril 06, 2010
Pergunta Demolidora...
- Vamos conversar? Tenho certeza que a viagem parecerá mais rápida. O que você acha?
A menina, que acabava de abrir um livro para ler, o fechou lentamente e respondeu com voz suave:
- Sobre o que gostaria de conversar?
- Bom, não sei... - disse o homem. - Que tal física nuclear? – e mostrou um grande sorriso.
- Bom.- disse a pequena - Esse parece ser um tema interessante. Mas antes, gostaria de lhe fazer uma pergunta: o cavalo, a vaca e a ovelha comem a mesma coisa: capim, não é mesmo? Porém, o excremento da ovelha é um monte de pequenas bolinhas, o da vaca é uma pasta e o do cavalo é um monte de pelotas secas. Por que o senhor acha que isto acontece?
O cara, visivelmente surpreso com a inteligência da menina, pensou durante uns momentos e respondeu:
- Hmmm, não faço a menor idéia.
E então, a menininha disse:
- Sinceramente, como o senhor se sente qualificado para discutir física nuclear, se nem de bosta o senhor entende?
quinta-feira, dezembro 03, 2009
O Estagiário
Era meu aniversário de 37 anos, meu humor não estava lá essas coisas ...
Naquela manhã, ao acordar, dirigi-me à copa para tomar café na expectativa de que meu marido dissesse :
"Feliz Aniversário, querida!" - mas ele não disse nem bom dia ...
Aí pensei :
"Esse é o homem que eu mereço!"
Mas continuei a imaginar :
As crianças certamente lembrarão ...
Quando elas chegaram para o café não disseram nem uma palavra...
Saí bastante desanimada, mas me senti um pouco melhor quando entrei no Fórum e meu estagiário disse :
"Bom dia Dra., Feliz Aniversário !"
Finalmente alguém tinha lembrado...
Trabalhei até o meio-dia quando o estagiário entrou na minha sala dizendo :
-Sabe Dra Promotora, está um dia lindo lá fora e já que é o dia do seu aniversário, podemos almoçar juntos, só a Senhora e eu.
Fomos a um lugar bastante reservado. Nos divertimos muito e no caminho de volta ele sugeriu :
- Dra, com esse dia tão lindo, acho que não devemos voltar ao Fórum. Vamos até o meu apartamento e lá tomaremos um drinque.
Fomos então para o apartamento dele e enquanto eu saboreava um martini ele disse :
- Se não se importa vou até o meu quarto vestir uma roupa mais confortável.
- Tudo bem, respondi. Fique à vontade !
Decorridos mais ou menos cinco minutos, ele saiu do quarto carregando um bolo enorme, seguido de meu marido, meus filhos, amigas e todo o pessoal do Fórum ...
Todos cantando "Parabéns pra você !"
E lá estava eu ...nua, sem sutiã, sem calcinha, sentada no sofá da sala !
É por isso que eu digo :
'ESTAGIÁRIO NÃO É GENTEEEEEE!"
domingo, novembro 01, 2009
quinta-feira, setembro 10, 2009
"Cu-co"
Na noite passada, fui convidado para uma reunião com uns amigos.
Eu disse a minha esposa que estaria de volta meia-noite:
- Prometo! - eu disse.
Mas, as horas passaram rapidamente e as caipirinhas estavam rolando solto.
Por volta das 3 da manhã, bêbado feito um gambá, eu fui para casa.
Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e "cantou" 3 vezes.
Rapidamente, percebendo que minha esposa podia acordar, eu fiz "cu-co" mais 9 vezes.
Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo por ter uma idéia tão brilhante e rápida (mesmo de porre) para evitar um possível conflito com ela.
Na manhã seguinte, minha esposa perguntou a que horas eu tinha chegado e eu disse a ela:
- Meia-noite!
Ela não pareceu nem um pouquinho desconfiada.- Ufa! Daquela eu tinha escapado!
Então, ela disse:
- Nós precisamos de um novo cuco.
Quando eu perguntei por que, ela respondeu:
- Bom, de madrugada nosso relógio fez "cu-co" 3 vezes, depois não sei porque soltou um "-caraaaaalhoooo!". Fez "cu-co" mais 4 vezes e espirrou. Fez mais 3 vezes, riu e fez mais 2 vezes. Daí tropeçou no gato, derrubou a mesinha da sala, peidou, deitou e dormiu...








