domingo, maio 20, 2007

Unidos pelo matrimônio...

Meus amigos Sérgio e Gisele e eu com o bouquet da noiva...rsrs
esta é minha homenagem a vocês...

Ontem , dia 19 de maio, fui a um casamento de uma amiga... eu sei que isto acontece quase todos os dias, mas, este não... Este foi um casamento muito especial, merecido, esperado...


Minha amiga Gisele conheceu o seu atual marido quando ainda eram muito jovens... namoraram por um período e acabou não dando certo, cada um foi cuidar da sua vida.


Ela , depois de alguns anos, casou-se. O casamento não durou muito e acabaram se separando... desde então, nunca mais ela se interessou por alguém....


Mas, por ironia do destino, sei lá, sua irmã, que também é minha amiga , acabou encontrando o Sérgio , no Orkut. O interessante é que, apesar de nunca mais terem se encontrado , eles moravam no mesmo bairro.


Aí a Gisele ficou sabendo que ele ainda não tinha se casado, apesar de ter tido várias namoradas...Voltaram a se falar através do Orkut... reatando a velha amizade...


E assim , começa a segunda fase dessa estória...


O Sérgio, o ex dela, sempre foi apaixonado por ela... guardou todos os bilhetinhos, cartinhas, desenhos que ela fez pra ele, quando ainda eram adolescentes e namorados... Ele mostrou pra nós na comemoração do aniversário dela.


Apesar de ter se envolvido com outras garotas , ele sabia que um dia voltariam e se casariam...


E assim aconteceu ... voltaram... namoraram algum tempo e ontem aconteceu o que ele sempre acreditou... foram unidos pelo matrimônio, numa igreja católica de Santo André, às vinte horas...


É ... contos de fada existem ... e eu sou testemunha de um deles...

Apesar do frio e da chuva fina que caía, foi uma cerimônia linda, emocionante. Os dois estavam lindos!

Depois da igreja, fomos comemorar no Restaurante São Judas Tadeu.


A vocês, meus queridos amigos, Gisele e Sérgio, quero desejar toda felicidade do mundo, que Deus os abençõe, trazendo muitas alegrias, muita sorte, muita saúde nesta nova etapa de suas vidas.





Sei que não serão só flores mas com este amor infinito e lindo, superarão todos os problemas...





Parabéns, que sejam felizes para sempre!

Feliz Aniversário!!!

Hoje, 19 de Maio, quero deixar registrado, meus cumprimentos, meu desejo de que tenha o melhor aniversário da sua vida...

Apesar de não nos vermos mais, não nos falarmos mais, saiba que te quero muito bem, te desejo o que há de melhor...

Você foi muito importante na minha vida... encantou-me de uma forma que jamais alguém conseguiu...

Tive momentos muitos felizes, outros não tão felizes, outros ainda , infelizes... não importa...

O que ficou é o amor que ainda sinto por você... este sim , foi verdadeiro, sincero, honesto...

E é com este amor verdadeiro, sem máscaras, que quero te desejar um "feliz aniversário", felicidades!

Parabéns , baby! Tudo de bom pra você! Que Deus continue iluminando todos os seus dias!

Beijos!

quinta-feira, maio 17, 2007

As razões certas que fazem a diferença...

Ontem, li um artigo na Gazeta Mercantil, que dizia : ser a pessoa certa, no lugar certo e na hora certa são bons motivos mas, não garantem sucesso absoluto, nem profissional, nem pessoal. O que faz o diferencial é a "razão" certa.
Vejam o artigo :


As razões certas fazem a diferença !


Muitos profissionais me perguntam qual o caminho certo para o sucesso. Existe sim um caminho, mas há três fatores fundamentais e que podem dar pistas para explicar uma carreira bem-sucedida: ser a pessoa certa, no lugar certo e na hora certa. Todos sabem disso.


Porém, assim colocado ainda não conseguimos explicar o por quê de alguns profissionais terem bem mais destaque que outros.


Arrisco afirmar que há um quarto elemento que pode fazer toda a diferença no sucesso de um indivíduo.


Aos fatores acima, há que acrescentar a razão certa.


De nada adiantará o presidente mais preparado, o profissional mais à frente de seu tempo, que trabalha em setor pujante da economia, se esse executivo não tomar suas decisões baseadas em motivos certos.


Trabalhar com foco apenas em dinheiro, status ou poder não traz impacto duradouro nem para a empresa, nem para a satisfação pessoal.


Um bom profissional precisa ter em mente que seu papel é servir ao cliente com genuíno interesse.


Essa é uma razão que faz a diferença na vida executiva. O resto é conseqüência.


Dois exemplos recentes podem ilustrar o que digo: o primeiro foi o desempenho da Seleção na última Copa do Mundo na Alemanha. Era uma equipe formidável, que chegou como favorita.


Pessoas certas (os melhores jogadores brasileiros), no lugar certo (cada um em sua respectiva posição), na hora certa (o momento máximo da carreira de um jogador), mas que desperdiçaram a oportunidade de entrar para a história.


É muito difícil apontar as verdadeiras razões que explicam a falha do quadrado mágico. No entanto, não é difícil inferir que alguns jogadores atuaram por razões erradas.


O que leva uma equipe a competir com êxito em uma Copa é a vontade de vencer e de representar bem seu país.


Quebrar recordes pessoais, negociar contratos milionários, aparecer na mídia podem até ser motivos válidos, mas são razões erradas. Deu no que deu.


Outro exemplo de como os motivos corretos podem influenciar nossas conquistas é o tão esperado milésimo gol de Romário. Desde que o "baixinho" anunciou a vontade de fazer esse gol, o Vasco não ganhou mais nenhuma partida. E por quê?


Mais uma vez, a motivação errada: quem entra numa partida está motivado a jogar pela equipe e ganhar, e não apenas a fazer o gol histórico para um indivíduo.


Pode-se dizer que a carreira executiva é uma grande partida. Poucos se dão conta de que podem ser artilheiros ou verdadeiros líderes se agirem por motivações corretas.


Quando menos percebemos, somos atraídos por caminhos ancorados em sentimentos como glória, egoísmo, poder, dinheiro, entre tantos que, ao final, podem nos levar às ciladas.


Tudo porque ignoramos os verdadeiros valores que deveriam nortear nossa trajetória, especialmente o fato de estarmos aqui para servir ao próximo!


Nos últimos anos tenho entrevistado centenas de executivos para ocupar posições de destaque em grandes companhias.


Uma das perguntas que costumo fazer é: por que você está interessado nesta nova posição?

Tenho ouvido com freqüência preocupante argumentos como "não vejo mais perspectivas no meu emprego", "não estou sendo pago adequadamente" ou "não suporto mais o meu chefe".

Novamente, razões válidas para querer sair do atual emprego, mas não para ingressar na nova empresa.


Sem dúvida, respostas admissíveis, mas calcadas em pressupostos equivocados.


Quando se busca uma nova posição, se quer partir para uma nova fase na vida profissional, no mínimo a pessoa deveria se colocar na posição de quem está em busca de novos desafios para evoluir e contribuir, e não só à procura de uma solução dos problemas que agora o atormentam.


O entrevistador não quer avaliar seu descontentamento no emprego atual e sim averiguar a contribuição que traria à nova empresa, que desafios estaria interessado em abraçar, que brilho novo poderia dar aos negócios de seu contratante, caso fosse o escolhido.


Profissionais excelentes se colocam diante de headhunters, presidentes de empresas, diretores de Recursos Humanos para vender seu peixe e construir nova oportunidade de carreira.


Na hora de tomar decisões, boa parte olhará para os cifrões do contracheque, os benefícios, o nome da corporação, negligenciando (às vezes até contrariando) suas melhores aptidões e vocação (sua voz interna), só para concretizar uma mudança momentânea, às vezes sem substância.


Quando finalmente sentarem na nova cadeira, vão perceber que continuaram no mesmo lugar.


É o caso típico do executivo de multinacional que, cansado da pressão, resolve assumir o comando de uma ONG charmosa imaginando que vai levar uma vida mais mansa, em vez de pautar a transferência pela ambição de melhorar o mundo com suas ações. Já vi este filme antes e o resultado é clássico: frustração.


Tomar decisões e fazer escolhas é uma arte.


O resultado? Realização e felicidade. E para que isso aconteça, ajuda muito fazer as coisas pelas razões certas.


Sem elas, fica difícil chegar à realização plena. Com a razão certa, nem o céu é mais o limite.


Gazeta Mercantil, Vida Executiva, Robert Wong, 16/05/2007

quarta-feira, maio 16, 2007

Um grito de guerra.......

Um grito de guerra para a hora do brinde da mulherada:

"Um brinde a nós, mulheres, portadoras da sedução, que nenhum filho da puta sabe dar valor!Que os nossos sejam nossos, que os delas sejam nossos, que os nossos nunca sejam delas, e que se forem delas, que sejam brochas!!!

Bebo porque vejo no fundo deste copo a imagem do homem amado...
MORRE AFOGADO FILHA DA PUTA DESGRAÇADO!!!
Que a fonte nunca seque e que nossa sogra nunca se chame Esperança porque Esperança é a última que morre!

Deus é 10, Romario é 11, uisque é 12, Zagallo é 13, e acima de 14 eu tô pegando!
Que sobre, nunca nos falte, e que a gente dê conta de todos.
Amém!"

domingo, maio 13, 2007

Heroínas da vida real ...

No dia 30 de abril passado, um festival em Buenos Aires comemorou o 30° aniversário da Associação Mães da Praça de Maio.
O movimento, surgido na Argentina durante a vigência da ditadura, vem cobrando das autoridades desde então informações sobre o paradeiro dos filhos e netos dessas mulheres, quase todos presos, torturados e mortos.
A estimativa é de que, ao todo, foram 30.000 desaparecidos no período entre 1976 e 1982.
Inicialmente, o movimento foi visto como ingênuo - chegaram a ser conhecidas como "As loucas da Praça de Maio" - mas, posteriormente, tornou-se um importante meio de pressão para a volta da democracia ao país, além de um modelo de resistência pacífica.
Nos primeiros protestos, não reuniam mais do que 60 pessoas. Gritavam palavras de ordem e passavam abaixo-assinados, exigindo uma resposta do governo militar. E isso era feito diante da sede do governo, a Casa Rosada, em aberto desafio a um regime famoso por sua máquina de repressão brutal.
Aos poucos, mais e mais mulheres engajaram-se no movimento, comparecendo à praça todas as tardes de quinta-feira, com lenços brancos na cabeça e cartazes trazendo os nomes dos familiares desaparecidos.
Em várias dessas ocasiões, elas foram atacadas por tropas da cavalaria e feridas por cães das forças policiais.
Mesmo em meio ao clima euforia que se formou no início da Guerra das Malvinas - a tentativa da reconquista do arquipélago aos ingleses pela Argentina, em 1982 - , elas mantiveram o tom forte de cobrança : "As Malvinas são argentinas, os desaparecidos também!" , bradavam.
Embora os resultados de sua luta pudessem parecer desanimadores - poucas conseguiram localizar os restos mortais de seus entes queridos - , elas não perderam a tenacidade.
Recusaram indenizações e homenagens do governo da Argentina redemocratizada, que, para tentar por um ponto final ao drama, chegou a sugerir a colocação de placas indicativas em lugares onde as vítimas do regime haviam estudado ou trabalhado. E continuaram a cobrar o paradeiro dos corpos.
A coragem dessas mulheres deu frutos e tornou-se um exemplo para o mundo - a entidade recebeu premios humanitários internacionais e em 1990 foi homenageada com uma escultura em Amsterdã, na Holanda.
Sob o comando de Hebe Bonafini, e com idades de 75 a 92 anos, elas se reúnem até hoje, em busca de notícias dos ainda numerosos desaparecidos políticos.

Você sabia ...

A norte americana Anna Jarvis instituiu a data festiva em 1907 para lembrar a mãe, que havia perdido tres anos antes.

Até o começo do século XX, não se festejava o Dia das Mães. Suas origens remotas estavam no início do século XVII, quando havia na Inglaterra o chamado "Mothering Day" , celebrado no quarto domingo da Quaresma e dedicado às mães das mulheres operárias.

Neste dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães e preparavam o "mothering cake" , um bolo que tornava o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, a primeira sugestão em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".

Mas foi outra norte-americana, Anna Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães.

Em 1904, Anna, filha de pastores protestantes, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão.

Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa.

Anna quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães.

A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante tres anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador da Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado.

Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todo o país, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio.

A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Rapidamente, mais de 40 países adotaram a idéia.


Cravos : símbolo da maternidade


Durante a primeira missa das mães, em 10 de maio de 1907, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram a ser, posteriormente, comercializados.

O Dia das Mães passou a ser uma data triste para Anna. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse um dia lucrativo para os comerciantes, pricipalmente para os que vendiam cravos brancos.

"Não criei o dia das mães para ter lucro", disse a um repórter, em 1923. Neste mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.

Ela morreu em 1948, aos 84 anos e nunca chegou a ser mãe.


No Brasil


O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de Maio de 1918.

Em 1932, o presidente Getulio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que esta data fizesse parte no calendário oficial da Igreja Católica no país.

Homenagem ao Dia das Mães!

Acho um absurdo o que acontece todo ano no Dia das Mães ! Como se "mãe" existisse apenas neste dia !

A mídia estimulando o consumo : tudo para a sua mãe... aproveite!!! E o povo desesperado, correndo de um lado para o outro, o trânsito um caos, shoppings lotados, lojas lotadas, restaurantes lotados, até a padaria aqui perto de casa ...tudo...enfim... um horrorrrrrr...

Que tal ser um bom filho(a), estudar mais, avisar quando não vai dormir em casa, dar um abraço gostoso quando sai e quando chega... desabafar... é... você pode contar com sua mãe pra tudo...

Ela sim é sua amiga, leal, sincera, torce por você o tempo todo, o seu verdadeiro anjo.

Feliz daquele que tem a sua mãe presente, que pode abraçá-la, beijá-la e dizer-lhe :


"Obrigada por trazer-me ao mundo, por ter me transformado neste ser humano que sou, digna, honesta, leal e mãe também.

Você é a melhor mãe do mundo ! Te amo! Obrigada por existir !"