quarta-feira, outubro 21, 2009

Web está mudando o cérebro das crianças

Ainda não existem respostas exatas. Mas alguns cientistas estudam a possibilidade de o uso da internet e da tecnologia por crianças estar alterando a maneira como nossos cérebros funcionam. Na verdade, o processo cognitivo que faz o nativo digital se destacar tanto na habilidade com tecnologia é conhecido pelos cientistas, e acontece não só com esse tipo de aprendizado.

"A tecnologia é uma linguagem, e as crianças já nascem em contato com essa linguagem. A criança cria redes neuronais muito facilmente, para qualquer linguagem e habilidade", explica o neurologista e psiquiatra infantil Jairo Werner, da Universidade Federal Fluminense.

De acordo com ele, os nativos digitais aprendem a imergir na linguagem tecnológica como aprendem sua primeira língua. Eles são os ‘falantes nativos’ dessa ‘língua’, enquanto a geração anterior precisou aprendê-la depois que as redes neuronais já estavam formadas. O neocórtex, região localizada no lobo frontal do cérebro dos mamíferos, é responsável por esse tipo de aprendizado.

"Nas crianças funções novas estão prontas para serem acolhidas ali, e não há limitação ou alteração. A pessoa constrói uma rede neuronal que vai ser acionada sempre que for solicitada", explica Werner.

Mas há quem acredite que a nova geração não está diferente só nos hábitos. O psiquiatra Gary Small, diretor do Centro de Memória e Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, e autor do livro iBrain: Surviving the Technological Alteration of the Modern Mind ("iBrain: sobrevivendo à alteração da mente moderna pela tecnologia", ainda sem tradução para o português) defende que o cérebro dos nativos digitais passa muito tempo dedicado a tarefas relacionadas à tecnologia.

Portanto, essas crianças carecem de contato social, o que as faria deficientes em habilidades cognitivas de comunicação, como por exemplo identificar sentimentos na entonação da voz ou expressões faciais. Logo, os impulsos ligados a essas atividades poderiam estar perdendo força.

A terapeuta familiar Roberta Palermo, por sua vez, aponta o lado bom de usar o computador para bater papo. "Tudo bem conversar via MSN se também houver os momentos de conversa pessoalmente. O MSN pode ser um canal facilitador para o diálogo quando os pais ou os jovens sentem dificuldade para falar pessoalmente o que causa angústia, pode ser o início de uma conversa que será finalizada pessoalmente."

Small também observou que pesquisar no Google ativa áreas no cérebro mais extensas que normalmente não são estimuladas durante a leitura. Seus estudos demonstraram que crianças são melhores tomadores de decisões e têm capacidade maior de lidar com vários estímulos sensoriais ao mesmo tempo. Mas ainda é cedo para dizer com certeza como isso vai mudar o cérebro delas.

E mesmo para quem não é tão amigo da internet, há uma notícia boa: áreas novas do cérebro são estimuladas com uma ou duas semanas de uso do Google. Isso sugere que pessoas de meia-idade também podem desenvolver sua capacidade cerebral com o uso da internet, mesmo se nunca tiverem encostado num mouse antes.

(Fonte : Site InfoWebNews)

Deus não é o Criador ...

Uma respeitada estudiosa do Velho Testamento acredita que a visão de Deus como criador de todas as coisas é falsa, e que a Bíblia foi traduzida erroneamente durante milhares de anos. Ellen van Wolde, da Universidade de Radboud, na Holanda, afirma que a primeira frase da Bíblia, "No começo, Deus criou o Céu e a Terra", não é uma tradução fiel do texto original, em hebreu.

Wolde afirma ter realizado uma análise textual que sugere que os escritores da Bíblia não tinham a intenção de afirmar que Deus criou o mundo, e que de fato, a Terra já existia quando ele criou os humanos e os animais.

A pesquisadora analisou os escritos originais do hebreu e colocou-os no contexto da Bíblia como um todo e no contexto de outras histórias de criação da antiga Mesopotâmia.

Segundo a pesquisadora, a palavra "bara", que aparece na frase, não significa "criar" e sim "separar", no sentido espacial. Deste modo, o significado original da frase seria "No início, Deus separou o Céu e a Terra".

A análise mostra que o início da Bíblia não é o início dos tempos, e sim o início de uma narração. "A idéia da criação a partir do nada é um grande mal-entendido". As descobertas do estudo são bastante radicais e ela afirma que espera que as conclusões levantem um debate religioso.

Entretanto, ao contrário do que se possa acreditar, a pesquisadora é religiosa e ficou pessoalmente incomodada pelas descobertas : "Me considero religiosa e o Criador era algo muito especial, como uma noção de confiança. Quero manter esta confiança ", diz.


(Fonte : Site InfoWebNews)

terça-feira, outubro 20, 2009

A importância de manter o orgulho próprio


Relembre a última vez que seu time ganhou, que você foi elogiado pelo bom desempenho nos estudos ou no trabalho ou bateu seu recorde em uma corrida de cinco quilômetros. Você tentou disfarçar sua satisfação para que os outros não o achassem convencido? Se fez isso, talvez o esforço tenha sido pouco produtivo. Uma nova pesquisa sugere que ter orgulho de si mesmo não apenas estimula o esforço de continuar tentando superar os próprios limites, como também faz com que os outros gostem mais de você – desde que venha de um sucesso real e não desabe para uma postura narcisista e arrogante.

“Ao contrário da crença, cultivada por muito tempo pela cultura judaico-cristã, de que a vaidade em relação aos próprios feitos e conquistas deve ser reprimida, a experiência de valorizar conquistas ser muito adaptativa socialmente”, diz a pesquisadora Lisa Willams, da Northeastern University, nos Estados Unidos, e principal autora de um novo estudo. Ela e o psicólogo David DeSteno acompanharam voluntários que, após participar de uma tarefa na qual precisavam contar com habilidades espaciais, ouviram comentários de que eram excelentes nesse tipo de atividade.

Na sequência, fizeram parte de um jogo similar, em equipe. Independente do humor, das características de personalidade e de quanta competência os voluntários relataram sentir, tanto os companheiros de equipe quanto os observadores classificaram essas pessoas como mais participativas e agradáveis que os demais voluntários, do grupo de controle, que não haviam sido levados a sentir orgulho.

O estudo não levou em conta os sinais que as pessoas orgulhosas enviam, de forma inconsciente ou não, para fazer com que os outros gostem delas, mas outra pesquisa mostrou que se sentir satisfeito consigo mesmo altera sutilmente comportamentos não-verbais – por exemplo, levando a pessoa a sorrir mais e a ter atitude confiante.


(fonte : Site InfoWebNews)

De cara nova...

Amigos e amigas, como vocês perceberam, meu blog está de visual novo... Quem me conhece um pouquinho sabe que gosto muito de carros, corrida, automobilismo, embora não seja uma expert sobre o assunto.

Não foi por acaso que o template escolhido foi este aí ... um Lamborghini ! Claro que foi com a ajuda da minha filha Camila. É ela quem me orienta, me dá as dicas de como fazer, mudar, colocar todos os elementos de página.

E eu amei ! Acho que ficou bem legal...espero que vocês gostem também !

Beijos!

domingo, outubro 18, 2009

Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1

O britânico Jenson Button deu um verdadeiro show no circuito de Interlagos, neste domingo. Largando em 14º, o piloto da Brawn terminou o GP do Brasil em quinto lugar e sagrou-se campeão mundial. Button precisava apenas de um pódio para erguer o troféu da temporada 2009, mas contou com um oitavo lugar do brasileiro Rubens Barrichello para ficar com o título antecipado.

Confira os resultados do Grande Prêmio do Brasil:

1. Mark Webber (AUS/Red Bull) - 71 voltas em 1h32min23s081
2. Robert Kubica (POL/BMW) - a 7s626
3. Lewis Hamilton (ING/McLaren) - a 18s944
4. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) - a 19s652
5. Jenson Button (ING/Brawn GP) - a 29s005
6. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari) - a 33s340
7. Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso) - a 35s991
8. Rubens Barrichello (BRA/Brawn GP) - a 45s454
9. Heikki Kovalainen (FIN/McLaren) - a 48s499
10. Kamui Kobayashi (JAP/Toyota) - 1min03s324
11. Giancarlo Fisichella (ITA/Ferrari) - 1min10s665
12. Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India) - 1min11s388
13. Romain Grosjean (FRA/Renault) - a 1 volta
14. Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso) - a 1 volta

Não completaram:

Kazuki Nakajima (JAP/Williams) - volta 31
Nico Rosberg (ALE/Williams) - volta 28
Nick Heidfeld (ALE/BMW) - volta 22
Adrian Sutil (ALE/Force India) - volta 1
Jarno Trulli (ITA/Toyota) - volta 1
Fernando Alonso (ESP/Renault) - volta 1


(Fonte : Site do Terra)

quarta-feira, outubro 14, 2009

Mulheres comem menos quando acompanhadas de Homens

A quantidade de calorias ingerida por uma mulher depende do sexo da pessoa com quem ela compartilha a refeição.

Pelo menos é o que mostra um estudo realizado na Universidade McMaster, no Canadá. Quando está com um homem, o total calórico de seu prato tende a ser menor do que se ela estiver acompanhada de outra mulher, constataram os pesquisadores em observações conduzidas na cafeteria da universidade.

Em grupos maiores, a quantidade de calorias foi inversamente proporcional ao número de homens que dividiam a mesa. Segundo os autores, os resultados reforçam a idéia de que a alimentação é uma atividade social. No caso das mulheres, explicam, é possível que pequenas porções de comida reflitam, de forma inconsciente, uma maior atratividade que elas querem demonstrar para o sexo oposto.
O estudo foi publicado na revista Appetite.

Sintomas podem prever casos de vício em Internet

O problema do vício em internet é antigo e preocupa cada vez mais os médicos. As pesquisas nesta área ainda são muito recentes e pouco conclusivas, especialmente em realação às crianças e adolescentes. Alguns pesquisadores de Taiwan identificaram um grupo de condições de saúde mental que podem aumentar o risco de uma criança desenvolver depend~encia da net dando aos pais a chance de tomar uma atitude antes de ser tarde demais.

Uma equipe liderada pelo psicologista Chih-Hung Ko do Kaohsiung Medical University Hospital estudou o uso de internet em 2.300 crianças de 11 anos, durante 2 anos, sendo que a cada seis meses as crianças deveriam preencher formulários, detalhando o tempo passado online. Aproximadamente 11% apresentou probabilidade de desenvolver obsessão pela rede.

Segundo o site New Scientist, estudando ambos os sexos, encontrou-se depressão, transtorno do déficit de atenção/hiperatividade, fobia social ou sentimentos de hostilidade como os indícios predominantes das crianças que poderão apresentar o vício quando adolescentes.

Para garotas, fobia social e depressão foram, notadamente, os maiores diagnósticos, o que significa que as diferenças entre os sexos devem ser levadas em consideração ao elaborar estratégias de prevenção e intervenção para a dependência.

Em alguns sites como o NetAddiction.com é possível encontrar testes que ajudam a identificar o problema. Já existiam, há bastante tempo, centros de "reabilitação" para os que passam tempo demais online, como os acampamentos na China e Coréia do Sul, ajudando os pais que procuram maneiras de livrar seus filhos dessa condição. Mas antes das descobertas taiwanesas, os procedimentos eram empíricos, adaptados de outros tratamentos contra dependências, como alcoolismo, vício em sexo ou dependência a drogas.

(Fonte : Site InfoWebNews)