terça-feira, junho 29, 2010

Ateus são mais inteligentes





O pesquisador britânico Richard Lynn dedicou mais de meio século à análise da inteligência humana. Nesse tempo, publicou quatro best-sellers e se tornou um dos maiores especialistas no assunto. Nos últimos 20 anos, passou a investigar as relações entre raça, religião e inteligência. Ao publicar um trabalho na revista científica Nature, que sugeria que os homens são mais inteligentes, um grupo feminista o recepcionou em casa com o que ele chamou de salva de ovos. O mesmo aconteceu quando disse que os orientais são os mais inteligentes do planeta. “Faz parte do ofício de um cientista revelar o que as pessoas não estão prontas para receber”, diz. Ao analisar mais de 500 estudos, Lynn disse estar convencido da relação entre Q.I. alto e ateísmo. “Em cerca de 60% dos 137 países avaliados, os mais crentes são os de Q.I. menor”, disse. Seu trabalho será publicado em outubro na revista científica Intelligence.

ÉPOCA – Por que o senhor diz que pessoas inteligentes não acreditam em Deus?

Richard Lynn – Os mais inteligentes são mais propensos a questionar dogmas religiosos. Em geral, o nível de educação também é maior entre as pessoas de Q.I. maior (um Q.I. médio varia de 91 a 110). Se a pessoa é mais educada, ela tem acesso a teorias alternativas de criação do mundo. Por isso, entendo que um Q.I. alto levará à falta de religiosidade. O estudo que será publicado reuniu dados de diversas pesquisas científicas. E posso afirmar que é o mais completo sobre o assunto.

ÉPOCA – Segundo seu estudo, há países em que a média de Q.I. é alta, assim como o número de pessoas religiosas.

Lynn – Sim, mas são exceções. A média da população dos Estados Unidos, por exemplo, tem Q.I. 98, alto para o padrão mundial, e ao mesmo tempo cerca de 90% das pessoas acreditam em Deus. A explicação é que houve um grande fluxo de imigrantes de países católicos, como México, o que ajuda a manter índices altos de religiosidade nas pesquisas. Mas, se tirarmos as imigrações ao longo dos últimos anos, a população americana teria um índice bem maior de ateus, parecido com o de países como Inglaterra (41,5%) e Alemanha (42%).

ÉPOCA – Cuba é um país mais ateu que os Estados Unidos, mas o nível de Q.I. não é tão alto.

Lynn – Você tem razão. É outra exceção. Pela porcentagem de ateus (40%), o Q.I. (85) dos cubanos deveria ser mais alto que o dos americanos. Mas há também aí um fenômeno não natural que interferiu no resultado. Lá, o comunismo forçou a população a se converter. Houve uma propaganda forte contra a crença religiosa. Não se chegou ao ateísmo pela inteligência. A população cubana não se tornou atéia porque passou a questionar a religião. Foi uma imposição do sistema de governo.

ÉPOCA – E o Brasil, como está?

Lynn – O Brasil segue a lógica, um porcentual baixíssimo de ateus (1%) e Q.I. mediano (87). É um país muito miscigenado e sofreu forte influência do catolicismo de Portugal e dos negros da África. Fica difícil mensurar a participação de cada raça no Q.I. atual. O que posso dizer é que a história do país se reflete em sua inteligência.

RICHARD LYNN


É Professor emérito e chefe do Departamento de Psicologia da Universidade do Ulster, na Irlanda do Norte.


Ph.D. pela Universidade de Cambridge, é um dos maiores especialistas em estudos de inteligência em raças e gêneros.


Publicou quatro livros sobre inteligência ligada à raça e ao sexo, entre eles Race Differences in Inteligence: an Evolutionary Analysis, e dezenas de artigos em revistas científicas, como a britânica Nature


(Site : InfoWebNews)

A internet tem afetado o cérebro humano

Em um artigo publicado em 2008 na revista The Atlantic, o professor do MIT Massachusetts Institute of Technology) Nicholas Carr pergunta ao leitor: “Is Google Making Us Stupid?” (Estaria a Google nos deixando estúpidos? – em tradução livre do inglês). Quando o artigo saiu, era provável que “sim, a web tem o poder de nos distrair e influenciar em como trabalhamos. Agora 'deixar-nos estúpidos?' Não, de jeito nenhum”.

Agora, passados dois anos da publicação do artigo de Carr, a certeza não é mais tanta. O autor expandiu o ensaio em forma de um artigo para as páginas de um livro chamado “The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains” (Oblíquo: O que a internet está fazendo com nossos cérebros – em tradução livre do inglês). A obra realiza uma expedição para dentro do cérebro de internautas e traz à tona os resultados do constante estímulo exercido pela Internet em nossas capacidades de concentração, de guardar informações, de racionalizar e de sentir empatia.

Em um trecho do livro, Carr escreve: “Ao longo dos últimos anos tenho a estranha sensação de que algo ou alguém andou fazendo experimentos com o meu cérebro, que remapeou e reprogramou.”

O autor recarrega e dispara contra o que pensa ser o grande malfeitor desse fenômeno: a Google.

“Cada clique na internet mina nossa concentração, destrói os fundamentos de nossa atenção.”, escreve, acrescentando: “O negócio da Google é vender distração”.

É preciso avisar, antes de mais nada, que o livro não é uma obra que prega o ciberapocalipse. O único pecado do autor consiste em não oferecer ao leitor as soluções para a série de questionamentos que levanta. Antes de tudo, Carr é um especialista em TI e não vislumbra a chegada de uma nova era de intelectualismo contemplativo e anuncia a plenos pulmões a característica principal intrínseca às inovações tecnológicas (de Gutemberg até a televisão): ela distrai.

Carr reúne um elenco bastante relevante de dados obtidos com base em trabalhos recentes e práticos – não tão experimentais assim. Baseado no que descobre, afirma que a tecnologia não está mudando o que fazemos, mas, também, como pensamos.

Ele apresenta referências do trabalho da psicóloga Patrícia Greenfield, desenvolvido na universidade californiana de Los Angeles (UCLA). Ela estuda a influencia da mídia na maneira de aprendermos. “Cada mídia desenvolve determinadas competências cognitivas em detrimento de outras. O uso crescente das mídias nos monitores fomenta o aperfeiçoamento da inteligência espacial. Isso pode nos habilitar a dar conta de diversas tarefas ao mesmo tempo, como é o caso de controladores de tráfego aéreo", pontua. "Ao mesmo tempo, as tarefas que demandam conhecimentos mais refinados, com o é o caso de recursos linguísticos, habilidade de reflexão, resolução de problemas com base na indução e o pensamento crítico, perdem", completa.

Ou, se preferirmos a síntese de Carr: “o ser humano está ficando superficial”.

Conflito de opiniões

Existem experiências em andamento que apontam para outro lado. Em um denso artigo publicado na seção de crítica literária do jornal New York Times do mês passado, Johan Lehrer citou descobertas de cientistas da UCLA que indicam um aumento da atividade cerebral quando se realizam pesquisas no Google - atividade superior à registrada quando um livro é lido.

Leher segue em rota de plena colisão com as afirmações de Carr. “Espantoso. Essa área do cérebro é responsável por determinadas aptidões, como atenção seletiva e análise deliberada. Justamente as áreas que Carr afirma estarem desaparecendo", afirma. Ainda segundo ele, o Google pode ser comparado a uma academia de ginástica para o cérebro, voltada a deixar as pessoas mais espertas.

Carr contra-argumenta com a informação de que os cérebros humanos são moldáveis. “Interrupções e distrações constantes enquanto estamos online impede que os cérebros exercitem de maneira eficaz as conexões neurais responsáveis por determinar a profundidade do raciocínio e a distinção entre as ideias. O que acontece é que nos tornamos unidades interpretadoras de sinais, passamos horas pastoreando informações desconexas e remendando fragmentos de memória temporária”, diz.

Até mesmo os links que oferecem ao leitor o acesso às informações necessárias não contidas no texto representam, na verdade, uma distração, acredita Carr. A pesquisadora da universidade de Michigan, Erping Zhu, realizou um ensaio com pessoas que liam o mesmo artigo online, mas com estruturas de links diferentes. Ela conclui que a qualidade da informação absorvida era inversamente proporcional ao número de links nas matérias. Zhu explica: Os leitores tinham a tarefa de avaliar a importância de cada link no contexto informacional dos artigos. Isso lhes tomava muito tempo e comprometia a capacidade que o cérebro tem em absorver as informações.suas preocupações", disse ela.

(Fonte : site InfoWebNews)

domingo, junho 27, 2010

Grande Premio de Fórmula 1 em Valência


Mais um domingo de Fórmula 1, agora em Valência. Os pilotos da Red Bull se destacaram na Espanha, neste domingo , de formas diferentes. Sebastian Vettel teve uma atuação tranquila, sem problemas e venceu a corrida. Mark Webber apareceu negativamente, ao sofrer um acidente impressionante. Seu carro tocou na roda traseira esquerda de Heikki Kovalainen e decolou. Menos mal que não sofreu nada na aterrissagem, saindo ileso do incidente.

A segunda colocação ficou com Lewis Hamilton, apesar de ter sido obrigado a cumprir uma punição de drive-through por ter ultrapassado o safety-car quando este estava entrando na pista. Ele tentou encontrar uma maneira de se aproximar do alemão da RBR, sem sucesso. Antes de uma partida decisiva válida pelas oitavas-de-final da Copa do Mundo, pode-se dizer que a Alemanha triunfou sobre a Inglaterra. Pelo menos, na F1.

Em terceiro ficou Jenson Button. Rubens Barrichello terminou em quarto, conquistando seu melhor resultado desde que se transferiu para a Williams.

Como de costume, a Renault e a Force India garantiram seu espaço entre os dez primeiros. Robert Kubica foi o quinto e Adrian Sutil, o sexto.

Já no sétimo posto, apareceu a sensação da corrida: Kamui Kobayashi. O japonês ficou grande parte do GP em terceiro, segurando carros mais rápidos do que ele. O piloto da BMW Sauber teve de parar, mas graças à uma arrojada atuação, conseguiu se manter no top-10.

Sébastien Buemi foi o responsável por colocar a Toro Rosso nesse grupo, acabando inicialmente em oitavo. Já a Ferrari quase ficou de fora da turma, ao retardar a entrada nos boxes quando da entrada do safety-car no acidente de Webber. Fernando Alonso pagou o preço e não passou do nono lugar, dentro da pista. Pedro de la Rosa tinha confirmado o feliz dia da BMW Sauber levando o décimo posto.

Mas tudo isso mudou após a punição dada pelos comissários a nove pilotos por excederem o tempo máximo de uma volta enquanto o SC esteve na pista. Foram eles: Button, Barrichello, Kubica, Sutil, Buemi, De la Rosa, Nico Hülkenberg, Vitaly Petrov e Vitantonio Liuzzi.

Com isso, Alonso ultrapassou Buemi e subiu para o oitavo posto. Beneficiado pela queda de De la Rosa e Petrov, Nico Rosberg galgou duas posições, de 12º para o décimo lugar.

Felipe Massa teve pior sorte do que Alonso na estratégia que não deu certo da Ferrari e terminou em 14º. Lucas Di Grassi foi o 17º, enquanto Bruno Senna cruzou a linha de chegada em 20º.

A próxima prova da F1 não terá status de decisão, mas acontecerá no dia de uma grande final: 11 de julho, horas antes de o mundo conhecer o campeão da Copa do Mundo de 2010. A F1 estará no lendário e renovado circuito de Silverstone, na Inglaterra.

Veja o resultado final :

1 - Sebastian Vettel - Red Bull Renault

2 - Lewis Hamilton - McLaren Mercedes

3 - Jenson Button - McLaren Mercedes

4 - Rubens Barrichello - Williams Cosworth

5 - Robert Kubica - Renault

6 - Adrian Sutil - Force India Mercedes

7 - Kamui Kobayashi - BMW Sauber Ferrari

8 - Fernando Alonspo - Ferrari

9 - Sébastien Buemi - Toro Rosso Ferrari

10 - Nico Rosberg - Mercedes

11 - Felipe MASSA - Ferrari

12 - Pedro de La Rosa - BMW Sauber Ferrari

13 - Jaime Alguersuari - Toro Rosso Ferrari

14 - Vitaly Petrov - Renault

15 - Michael Schumacher - Mercedes

16 - Vitantonio Liuzzi - Force India Mercedes

17 - Lucas Di Grassi - Virgin Cosworth

18 - Karun Chandhok - Hispania Cosworth

19 - Timo Glock - Virgin Cosworth

20 - Bruno Senna - Hispania Cosworth

21 - Jarno Trulli - Lotus Cosworth

Não completaram/nº de voltas:

Nico HÜlkenber - Williams Cosworth

Heikki Kovalainen - Lotus Cosworth

Mark Webber - Red Bull Renault

Barry White - Love's Theme

quarta-feira, junho 16, 2010

Quando penso em você ...

Quando penso em você...



Sinto-me alcançar as nuvens,
Tocar as estrelas, morar no céu
Tento apenas superar
A imensa saudade
Que me arrasa o coração
Mas, que vem junto com as doces
Lembranças do teu ser.


Lembrando dos momentos
Em que juntos
Nosso amor se conjugava
Em uma só pessoa, nós...


É através desse tal
Sentimento, a saudade,
Que sobrevivo quando
Estou longe de você.


A delicadeza de tuas palavras
Contrasta com a imensidão
Do teu sentimento.
Meu ciúme se abranda
Com tuas juras
E promessas de amor eterno.


A longa distância apenas
Serve para unir o nosso amor!
A saudade serve para me dar
A absoluta certeza de que
Ficaremos para sempre unidos...


E nesse momento de saudade
Quando penso em você
Quando tudo está
Machucando o meu coração
Eis que surge tua doce presença
Com o esplendor de um anjo
E me envolvendo como
Uma suave brisa aconchegante


Tudo isso acontece
Porque amo e
Penso em você...

(Presente do amigo Nino Lower)

terça-feira, junho 15, 2010