domingo, dezembro 25, 2011

Alzheimer, curso para prevenir ...

O projeto do dia:

Mantenha sua cabeça trabalhando.
Tente criar alguma coisa através da memória.
Faça algo que lhe traga boas lembranças!


Quero ver você não chorar ...

O extinto Banco Nacional possui um dos jingles mais marcantes da época de Natal do Brasil. Sempre com algumas modificações a cada ano, o ingle "Quero ver você não chorar" é uma preciosidade que marcou por muitos anos a época natalina. Seu compositor, Passarinho, tinha feito uma música para um conjunto chamado Titulares do Ritmo, quando apareceu a oportunidade de criar um jingle de Natal para um comercial. Ele não teve dúvida, deum umas mexidas na letra e construiu essa obra que ainda hoje agracia nossa memória afetiva.





Perseverar é preciso!

Problemas, todos nós temos. O que a gente precisa é aprender a lidar com eles de modo que não nos enfraqueçam. Ou seja, perseverar, mesmo que o universo conspire contra.

Você acha que não consegue? Então, siga o exemplo dos pássaros: quando eles começam a construir o ninho, passam dias recolhendo materiais. E quando o ninho fica pronto, lá vem a ação do tempo ou do próprio ser humano e o destroi. O pássaro desanima? Não! Começa tudo outra vez. E assim o faz tantas vezes quantas forem necessárias.

Sim, dói recomeçar do zero, porém o pássaro não emudece e nem retrocede. Simplesmente segue cantando.

Por isso, quando o desânimo bater, não se entregue. Peça forças a Deus e avançe. Junte os pedaços de sua esperança e volte ao seu caminho, mesmo que seu ninho seja destruído outras vezes.

A vida é um desafio constante e vale a pena aceitá-lo.

Karla Precioso

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Feliz Olhar Novo!

O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.

O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA.

Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais...

Mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?

Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Quero viver bem.

O ano que passou foi um ano cheio.

Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal.

Às vezes se espera demais das pessoas. Normal.

A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor machucou. Normal.
O próximo ano não vai ser diferente.

Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?

O que eu desejo para todos nós é sabedoria!

E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência!

Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim...

Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria três, a dos colegas. Ou mude de classe, transforme-o em conhecido. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.

O nosso desejo não se realizou? Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro: CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE!)

Chorar de dor, de solidão, de tristeza faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes.

Desejo para todo mundo esse olhar especial.

O próximo ano pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro.

O próximo ano pode ser o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... pode ser puro orgulho!
Depende de mim, de você!
Pode ser. E que seja!!!
Feliz olhar novo!


(Carlos Drumond de Andrade)

Feliz Natal a todos!

terça-feira, novembro 15, 2011

O poder da gratidão

Atendi uma aluna em curso de EFT com sérios problemas financeiros. Funcionária publica concursada, ganhava muito pouco e se sentia humilhada e revoltada por isso. Ficava com muita raiva quando relatava que seu salário mal dava para quitar a prestação do apartamento e o condomínio. Comparava seus ganhos aos de outros servidores e isso a fazia sentir ainda mais revolta e indignação. Dizia coisas como: “eu tenho até vergonha de dizer que isso que eu ganho é um salário, por que não dá pra nada. Meu pai me deu uma boa educação, sou preparada, não é justo. Não sobra pra nada. E a condução? E o lazer? Me sinto indignada”. Palavras carregadas com sentimentos intensos de raiva, injustiça e revolta.


Todos esses sentimentos, além de trazer um grande mal estar, acabam nos levando a ter ainda mais problemas financeiros. A ingratidão nos coloca em um estado altamente negativo, o que ajuda a atrair e criar situações ainda piores. Era o que acontecia com ela. Coisas simples, que pela lógica deveriam se resolver de forma rápida, acabavam se complicando e não se resolvendo, o que levava a mais sentimentos de revolta. Acontecia todo o tipo de coincidência negativa para que as coisas não tivessem um bom desfecho. A gratificação no trabalho que lhe era de direito não saia. Um dinheiro que lhe era devido pelo INSS também não saia, correndo até o risco de não receber em definitivo.


Somando-se tudo isso a outras situações de sua vida, os sentimentos foram tão intensos que acabaram levando a uma depressão e afastamento do trabalho. Como alguém em um estado tão negativo poderá ter lucidez e energia para estudar e passar em um concurso melhor, ou para criar alternativas de se ganhar mais? Fica realmente bem difícil, e a tendência é que a pessoa se afunde cada vez mais contaminada pela própria negatividade.


Inconscientemente começamos a nos sabotar. Quanto mais revolta, mais a nossa criatividade e disposição vai embora. A auto sabotagem aparecerá de diversas formas: procrastinação, desorganização, falta de atitudes simples, não conseguir estudar, falta de ações para ir em busca de um emprego melhor e etc.


Já uma outra aluna contou uma história pessoal interessante. Ela tinha uma Kombi velha que vivia quebrando. Isso a fazia sentir muita raiva. Vivia reclamando do quanto a Kombi lhe deixava na mão e que já havia até pegado fogo. Ela dizia que tinha até vontade de jogar gasolina e queimar o veiculo completamente, e vivia verbalizando isso.


Até que, em um determinado momento, depois de muito aprendizado na área de auto conhecimento, percebeu que seus sentimentos estavam lhe trazendo mal estar e mais problemas e entendeu que deveria mudar. Deve ter sido um insight profundo. Vendo que suas queixas e pensamentos negativos não solucionavam nada, ficou claro que ela precisava mudar completamente o foco. Ao invés de raiva da Kombi, começou a reconhecer tudo que o veiculo já havia lhe ajudado. Sim, ela continuou tendo consciência de que o veículo quebrava bastante, mas resolveu agradecer por todos os momentos e serviços que a Kombi fazia quando não quebrava, o que não era pouca coisa.


Ela relatou então que essa mudança de visão trouxe um alívio completo da negatividade. E, o melhor de tudo, é que, após essa mudança completa de sentimento, “coincidentemente” ela fechou um bom contrato com uma empresa e conseguiu comprar um caminhão a vista. Isso mesmo. Nada mais de Kombi velha quebrando toda hora. Segundo a sua percepção, a chegada de um novo contrato tão bom só ocorreu por que ela estava se sentindo bem melhor.


Quando nos sentimos mal, ou seja, quando estamos no modo da ingratidão, as situações boas se afastam. E mais. A nossa visão condicionada a ver coisas negativas passa a não enxergar boas oportunidades. Haverá uma grande tendência em enxergar e entrar em situações que irão perpetuar o nosso sofrimento.


A primeira aluna estava esperando a situação melhorar para que ela pudesse se sentir grata e feliz. Ela queria o dinheiro do INSS saísse, que a gratificação que lhe era de direito também. Como nada disso ocorria ela ficava cada vez pior e contribua inconscientemente para que nada se resolvesse.


Tem uma lógica oculta por trás desse tipo de padrão emocional que é como se dissesse “vou reclamar bastante, sofrer bem muito, quem sabe assim as coisas mudam”. Esse é um condicionamento que muitas vezes vem lá da infância, quando aprendemos ainda bebê que, ao chorarmos, ou seja, ao demonstrar nossa insatisfação e infelicidade, nossos desejos serão atendidos, pois era assim que conseguíamos as coisas. Isso é saudável e normal quando somos bebês, mas quando crescemos torna-se algo completamente doentio.


Já a segunda aluna, resolveu que seria feliz e grata, mesmo que as coisas não estivessem acontecendo da forma ideal. Isso acabou transformando sua realidade. Primeiro ela mudou o interior e assim viu acontecer mudanças significativas no exterior.


A maioria das pessoas quer que aconteça o contrário. Esperam que o exterior mude para que elas possam ficar em paz. É uma inversão completa da ordem natural das coisas. No meu caso mesmo, minha vida profissional e financeira só melhorou depois que eu busquei auto conhecimento, limpei crenças negativas, melhorei minha auto estima. Aí sim, as coisas começaram a dar certo. Enquanto eu me debatia me sentindo deprimido e injustiçado, as finanças ficavam cada vez pior.


O sofrimento intenso pode nos levar a chegar a essas conclusões. Foi o que aconteceu com a aluna que tinha a Kombi. De tanto sofrer, ela resolveu aceitar sem revolta o que ela tinha, e foi além, sentiu gratidão. A gratidão é um poderoso gerador de prosperidade. Escrevi mais sobre esse tema no artigo chamado “O poder da gratidão”.


O que é recomendável então para a aluna que está ganhando pouco? Dissolver, limpar a revolta. Fizemos parte desse trabalho durante o curso utilizando a EFT. Não deu para eliminar tudo, devido ao tempo limitado, mas trouxe um alívio parcial. O ideal é que se aplique a técnica até eliminar cem por cento da revolta. Fazendo esse trabalho, fica bem mais fácil sair do modo da ingratidão para a gratidão, o acaba transformando nossa realidade. Ao invés de sentir raiva por que o salário “não dá pra nada” o sentimento deve ser de gratidão por que dá pra pagar o apartamento e o condomínio. Não se deixa de reconhecer com isso que o salário ainda é baixo. Isso também não será um fator que trará sentimento de acomodação. Pelo contrário. Sentindo-se melhor fica bem mais fácil de ir em busca de uma situação de vida mais abundante.


André Lima – site : WWW.eftbr.com.br

(81)8721-2534

6 dores que você não deve ignorar

Os tipos de dores que requerem atenção médica urgente.

Ninguém gosta de sentir dor. Mesmo assim, a dor é a maneira usada pelo corpo para chamar sua atenção para algo que está errado.

Durante uma semana, é comum sentir pequenas dores ou desconfortos ocasionais, que não chegam a incomodar. São dores passageiras, com as quais você provavelmente está acostumado e até consegue identificar a origem : dores nas costas por ter carregado algum peso, desconforto no estômago por ter exagerado na feijoada ou músculos doloridos devido aquela aula de ginástica mais puxada..

No entanto existem alguns quadros de dor que realmente não podem ser ignoradas. Vejam quais são :

l. A pior dor de cabeça de sua vida

Dor de cabeça incomum, ou seja, de uma intensidade que você nunca havia experimentado, é um sinal de alerta. Este tipo de dor de cabeça pode ser causado por um aneurisma, um tipo de dilatação arterial do cérebro. A artéria dilata pode romper-se resultando em risco de vida.

2. Dor ou desconforto no peito

Dores no peito podem significar infarto do coração ou uma pneumonia. Porém fique atento, alguns problemas cardíacos manifestam-se como desconforto ou peso no peito, e não somente como dor.

A dor ou desconforto do infarto do coração também pode manifestar-se ou irradiar-se para pescoço, mandíbula, ombro e braço esquerdo. Geralmente este tipo de dor vem acompanhado de suores e falta de ar.

3. Dor abdominal intensa

Uma dor abdominal intensa ou que aumenta rapidamente pode significar uma emergência médica conhecida como apendicite. O apêndice é uma pequena parte do intestino que quando inflamada provoca dores abdominais.

O maior perigo encontra-se na possibilidade de ruptura do apêndice. Outras causas para dor abdominal incluem : problemas de vesícula, pâncreas, úlceras e interrupção do trânsito intestinal.

4. Dor na batata da perna

Dor na perna sem motivo de contusão aparente, acompanhada de edema (inchaço) e calor local, podem significar trombose venosa. Esta doença é causada pelo entupimento de uma beia por um trombo.
O perigo está no desenvolvimento de tromboembulismo pulmonar quando partes do trombo se seoltam e dirigem-se aos pulmões.
Câncer, obesidade, imobilização prolongada, gravidez e idade avançada são fatores de risco para trombose venosa.

5. Queimação nos pés ou pernas

É estimado que 10% da população seja portadora de diabetes, sendo que metade destas pessoas desconhecem o próprio diagnóstico. Em muitos destes indivíduos, um dos primeiros sinais de diabetes é a neuropatia periférica, que tem como sintomas a sensação de queimação nos pés e pernas.

6. Dores difusas

Dores espalhadas pelo corpo que tem evolução crônica são um sintoma comum de depressão ou fibromialgia. Estas dores muitas vezes são menosprezadas por médicos e pelos próprios pacientes, mas causam um prejuízo progressivo à qualidade de vida do paciente.
Dores que não encontram explicação em exames clínicos devem ser investigadas com maior ênfase, observando sintomas emocionais associados, tais como humor triste, irritabilidade e insônia.